Carlos Lacerda Jorge Carvalho do Nascimento Terminei de ler nesta sexta-feira o livro LACERDA: CORAÇÃO DE TEMPESTADE, escrito pelo jornalista e historiador Mário Magalhães. Conheci o trabalho de Mário Magalhães no natal de 2012, quando fui presenteado com um outro livro escrito por ele: a biografia MARIGHELLA: O GUERRILHEIRO QUE INCENDIOU O MUNDO. A minha experiência anterior fez com que eu não relutasse quando fui agora presenteado com a biografia de Carlos Lacerda, que eu sempre tive na conta de um radical que vivia batendo às portas dos quarteis buscando apoio para golpes de estado e outros atentados contra a democracia. Confesso que a leitura deste trabalho biográfico me fez muito bem. Havia passado a semana entristecido com o noticiário dando conta da campanha de desacreditação da U...
Jorge Carvalho do Nascimento Viver é aprender lições. Uma delas nos ensina que existem relações de parentesco por consanguinidade e também por afinidade. Os consanguíneos são os parentes que ganhamos geneticamente. Os afetivos são os parentes que escolhemos, que decidimos trazer para perto de nós e entendemos que com eles vale a pena a aproximação. Todo mundo, ao longo da vida, experimenta esse tipo de processo nos seus relacionamentos. Passei a manhã desta quarta-feira, sete de outubro de 2026, me despedindo do meu “primo” afetivo Luiz Carlos Ribeiro Oliveira. Como eu, um dos meninos que cresceram nos bairros da zona norte da cidade de Aracaju. Não apenas dele me tornei “parente”, mas de toda a sua família. Ainda criança, frequentando a Igreja Católica, me aproximei do seu irmão, Ivanaldo Ribeiro Oliveira, um matemático, agora professor aposentado da carreira docente no serviço público. Foi o meu primeiro “primo” dentre os irmãos Ribeiro...