Jorge Carvalho do Nascimento Minha memória de velho não me permitiu lembrar o ano em que fui ao Colégio Estadual Presidente Costa e Silva participar do Encontro de Ex-Alunos. Sei que foi muito bom. As atribulações da luta pela sobrevivência não me permitiram acompanhar em outros anos a data exata do Encontro para participar. Este ano fui avisado pelo querido amigo Vildo Rodrigues Barreto, mas, infelizmente, não tive condições de comparecer por me encontrar no Rio de Janeiro, onde vivem minha filha e minha neta. Acompanhei on line o diálogo dos colegas que participaram do Encontro no Iate Clube de Aracaju e confesso a minha tristeza por estar ausente. A troca de ideias mexeu com a minha memória. Fui aluno do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva assim que ele foi inaugurado e começou a funcionar, em março de 1970. A diretora era a professora Maria do Carmo Prado, Carminha, logo substituída pelo professor Jackson Sales Santos que era professor de Matemática...
Jorge Carvalho do Nascimento Fico entusiasmado com a sensibilidade perspicaz de Aristóteles, amplificada e muito usada por John Locke: “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos”. O mundo exterior se transmuta em consciência quando captamos o que nos rodeia pela visão, pela audição, pelo tato. Ideias simples nascem das sensações processadas reflexivamente pela mente. É a base do Empirismo que todos nós usamos permanentemente, embora na maior parte das vezes sem percebe-lo. Nos três últimos dias dei conta que pensei muito nisto. No início da semana estava dedicado a arrumar papéis antigos e encontrei um caderno de notas com registros que fiz em 2014, quando estava pesquisando alguns processos no Arquivo do Poder Judiciário do Estado de Sergipe e me deparei com uma ação litigiosa de divórcio de um casal do interior de Sergipe. Assim nasceu esta ficção. Li casualmente a petição inicial apresentada pelo advogado da mulher e mais uma vez fiquei chocado ...